domingo, 22 de setembro de 2013

ERA UMA VOZ QUE SEMPRE DIZIA - ERA UMA VEZ...

Ontem, 21/09/2013, tivemos a grata satisfação de participar na Biblioteca Hans Crhistian Andersen em São Paulo, de uma palestra ministrada pelo grande escritor, mestre em educação, psicólogo e contador de histórias ILAN BRENMAN, autor de mais de cinquenta livros como: "Até as princesas soltam pum", "Papai é Meu",  "Telefone sem fio", ... e muitos outros...
Foi uma palestra diferente onde Ele fez uma introdução sobre os assuntos a serem abordados, passou um vídeo para nossa reflexão e abriu para perguntas e respostas que foram todas respondidas com maestria e com a qualidade de quem  estudou, vivenciou e conhece muito bem do que fala. Saímos encantados e com novo fôlego para o nosso dia a dia.  

terça-feira, 17 de setembro de 2013

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Contação de Histórias - TERROR - Maria Angula

Biblioteca Hans Christian Andersen

Cursos, palestras e oficinas:

SETEMBRO

Palestra: O mundo simbólico da criança
Na visão que nossa cultura tem da educação formal, o ser humano está reduzido à cabeça; a cabeça, está reduzida ao lado esquerdo; o lado esquerdo está reduzido à racionalidade instrumental. O objetivo da educação se limita à conquista de uma vaga na faculdade e de um posto no mercado de trabalho. Corpo, imaginação e sentimento, as fontes de nossa criatividade, os motores da inteligência dinâmica que encontra soluções e aponta caminhos no mundo real, foram deixados à deriva pela escola do Iluminismo Positivista. Nessa contexto, nossa inteligência desenvolve-se da emoção (primitiva) em direção à razão (civilizada). Mas será que é assim mesmo que as coisas se passam? A realidade parece negar tal caminho evolutivo, linear e abstrato. Por sorte, há outros paradigmas que nos ajudam a repensar esse lugar-comum, tido como imquestionável. Partindo de uma abordagem simbólica para compreender o desenvolvimento da consciência humana no mundo, vamos assumir outro paradigma, que considera todos os aspectos da inteligência como igualmente importantes.

Com Eliana Atihé
14 de setembro (sáb), 09h30 - BP Hans Christian Andersen

Palestra: Era uma voz que sempre dizia – Era uma vez...
A voz do contador de histórias ressoa para sempre na alma dos que viveram os contos ouvidos, contos nos quais moram bruxas, princesas, feiticeiros, soldados, heróis, monstros e seres fantásticos. No recôndito da memória, modulações, timbres, gestos e expressões corporais evocam alguém contando, em algum momento e em algum lugar. A voz e as palavras do contador, articulando-se em emoções e enredos, passam pelo seu corpo e ressoam nos seus ouvintes, estabelecendo ligações invisíveis. No caminho de formação e um leitor, passa-se, certamente, pelos momentos de ouvir histórias. Momentos em que a oralidade assume toda sua importância, mesmo nas sociedades contemporâneas, de forte cunho escrito e escassas oportunidades de narração.

Com Ilan Brenman, é mestre em Educação pela USP, psicólogo, autor de livros infantis e contador de histórias.
21 de setembro (sáb), 11h - BP Hans Christian Andersen

Origamando histórias
Oficina de origami com contação de história
com Lau Moraes

27 de setembro ás 10h

OUTUBRO


Palestra

1,2, 3 E Já: O ARREPIO VAI COMEÇAR...

Serão abordados os seguintes temas:
O que são contos de terror?
O terror em várias culturas.
Posso trabalhar contos de terror com as crianças?
Em que idade?
O politicamente correto nos contos de terror;
A fascinação que as crianças tem pelos contos de terror;
Sugestões de trabalho ;
Um pouco de arrepio...
Público alvo: pais, professores, contadores, e qualquer pessoa interessada no tema que queira se assombrar um pouquinho...
Tatiana Felix.- pedagoga , contadora de histórias e atriz.
Pedagoga formada pela UNIMES- UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS
Participa do Projeto Contadores de Histórias de Praia Grande desde 2.008, somente esse ano até julho o Projeto atendeu mais de 15 mil crianças no Município.
Cursa pós –graduação na Arte de Contar Histórias uma abordagem performática, literária e poética.
Já participou de vários cursos , palestras e oficinas de contação de histórias.
Ministra oficinas, workshops e palestras para educadores e interessados no assunto de contos de fadas, terror, contação de histórias, teatro , mediação de leitura e mitologia.
Realizou várias contações para editoras , livrarias , Bienal do livro.
Acaba de lançar o DVD Contação de histórias do Porto do Saber em conjunto com a Prefeitura de Praia Grande.

08 de outubro ás 14h


Inscrições por telefone: 2295-3447

BIBLIOTECA HANS CHRISTIAN ANDERSEN
Temática em Contos de Fadas
Av. Celso Garcia, 4142
Tatuapé SP

domingo, 12 de maio de 2013

CIRANDA ECO CULTURAL


terça-feira, 7 de maio de 2013

A Lenda da Mandioca



Versão 1:

Há muito tempo atrás numa distante tribo indígena, nascia uma linda menina bem branquinha, bem diferente das outras indiazinhas que moravam lá. Ela era muito querida, porém, como era muito frágil, nunca brincava. Até que um dia ficou muito doente e não saia de sua oca. O Pajé, conhecedor dos remédios da natureza, levou umas ervas poderosa, mas ela não melhorava. Novamente o Pajé tentou outro medicamento. Em vão. Um dia, para alegria de todos, Mani sai de sua oca. Parece que procura um lugar especial e, de repente, cai. Mani morreu. Toda a tribo chora à morte dela enterrando-a sob flores. A vida na tribo precisa continuar. Passado algum tempo, os  índios observaram uma estranha planta que nascera justamente onde Nani tinha sido enterrada. Eles foram aé a planta e a desenterraram. Ficaram surpresos com misterioso alimento. Descobriram inúmeros modos de aproveitá-lo e, em homenagem à Nani, deram-lhe o nome de mandioca.

 

Versão 2: 

Numa tribo indígena a filha do Tuxaua deu à luz a uma menina branca como leite. O Chefe quis matar a filha, mas um moço branco lhe apareceu em sonho e lhe disse que a mãe da criança não era culpada.
A criança logo depois que nasceu começou a andar e falar. Mas não viveu muito tempo. Antes de completar um ano, morreu sem ter adoecido. O Tuxaua mandou enterrá-la na própria aldeia, e a mãe todos os dias lhe regava a sepultura, sobre a qual nascera uma planta que deu flores e frutos. Os pássaros que os comiam ficavam embriagados.
Certa vez a terra abriu-se ao pé da planta e apareceram as raízes. Os índios as colheram e viram que eram brancas como o corpo de Mani, e deram o nome de Maníoca (casa de Mani) ou corpo de Mani. E à planta deram o nome de maniva (Mandioca).
  

Versão 3:

Segundo essa lenda de origem indígena, há muito tempo numa tribo indígena a filha de um cacique ficou grávida sem nunca sem ainda ser casada.
Ao saber da notícia o cacique ficou furioso e a todo custo quis saber quem era o pai da criança. A jovem índia por sua vez, insistia em dizer que nunca havia namorado ninguém.
O cacique não acreditando na filha rogou aos deuses que punissem a jovem índia. Sua raiva por essa vergonha era tamanha que ele estava disposto a sacrificar sua filha. Porém, numa noite ao dormir o cacique sonhara com um homem que lhe dizia para acreditar na índia e não a punir.
Após os nove meses da gravidez, a jovem índia deu a luz a uma menininha e deu-lhe o nome de Mani. Para espanto da tribo o bebê era branco, muito branco e já nascera sabendo falar e andar.
Passa alguns meses, Mani então, com pouco mais de um ano de repente morreu. Todos estranharam o triste fato, pois não havia ficado doente e nenhuma coisa diferente havia acontecido. A menina simplesmente deitou fechou os olhos e morreu.
Toda a tribo ficou muito triste.
Mani foi enterrada dentro da própria oca onde sempre morou. Todos os dias sua mãe, a jovem índia regava o local da sepultura de Mani, como era tradição do seu povo.
Após algum tempo, algo estranho aconteceu. No local onde Mani foi enterrada começou a brotar uma planta desconhecida. Todos ficaram admirados com o acontecido . Resolveram, pois, desenterrar Mani, para enterrá-la em outro lugar.
Para surpresa da tribo, o corpo da pequena índia não foi encontrado, encontraram somente as grossas raízes da planta desconhecida. A raiz era marrom, por fora, e branquinha por dentro. Após cozinharem e provarem a raiz, entenderam que se tratava de um presente do Deus Tupã. A raiz de Mani veio para saciar a fome da tribo. Os índios deram o nome da raiz de Mani e como nasceu dentro de uma oca ficou Manioca, que hoje conhecemos como mandioca. 

Versão 1 e 2 da internet
Versão 3 do site:  QDIVERTIDO

 

domingo, 21 de abril de 2013

Apressentação "Seicho No-Ie" em 21 de abril


Hoje participamos do 6º Seminário ESPERANÇA e FÉ organizado pela Seicho No-Ie aqui em Campinas, contando história para as crianças até 12 anos. Foi bem interessante estar lá. A sala reservada para esta parte do evento, estava toda ornamentada, de forma primorosa, com a temática indígena. Foram contadas histórias indigenas e também outras populares. Tudo estava muito organizado e quero deixar aqui meus agradecimentos a toda a equipe e principalmente a minha amiga Aurinês Targino a india a minha esquerda na foto abaixo pelo convite e pela oportunidade de participar.




















Histórias contadas:
A Lenda da Mandioca

quinta-feira, 21 de março de 2013

20 DE MARÇO - DIA DO CONTADOR DE HISTÓRIAS


PARABÉNS A TODOS
 QUE ENCANTAM MULTIDÕES
CONTANDO    HISTÓRIAS    QUE ACALENTAM OS CORAÇÕES AVIDOS DE SEREM ENCANTADOS.

sábado, 16 de março de 2013

Oficina DoContoaoEncanto em São Carlos

 
Hoje tivemos a grata oportunidade de ministrar mais uma vez a Oficina DoContoaoEncanto, desta vez foi na cidade de São Carlos / SP na USE. Foi uma tarde muito agradável. Com muita música, histórias e diversão. Iniciamos com o nosso amigo Adriano cantando e tocando vários instrumentos e alegrando à todos, depois começamos a oficina contando com a atenção e participação de todos. Dentre as histórias contadas tivemos: Mikai e Kaka, Maria vai com as outras, Sementes na estrada, Borboleta branca com cheiro de cravo, A Metamorfose, Medo do escuroA descoberta da dona Joaninha, A florzinha enjoada e outras. A Elaine se encarregou das fotos e das lembrancinhas, foi tudo muito bom. Queremos aproveitar aqui para agradecer as meninas da organização que nos receberam com muito carinho e apreço, com direito a lanchinho especial e tudo mais.
 


domingo, 17 de fevereiro de 2013

1º SARAU Cultural promovido pela Raquel


Ontem tive a oportunidade de participar do primeiro Sarau Cultural promovido pela minha amiga Raquel, foram momentos maravilhosos regados a boas leituras, esclarecimentos e curiosidades sobre poetas e instrumentos musicais, musicas, histórias, mágicas e muito mais. Foi muito bom ter participado No final ainda fomos brindados com um mimo, pode!!!!










 















quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A Lagartixa que virou Jacaré - Izomar Camargo

Filomeno é uma lagartixa triste porque seu sonho é ser jacaré. Ser grande e forte, botar os implicantes do cachorro Totó e do galo Teteco pra correr, e não uma simples, fraquinha e pequenina lagartixa.Um dia, por meio de um anúncio, Filomeno conhece o Dr. Sapão, cirurgião plástico, que, em poucos minutos de estica- estica, transforma-o, digamos, num "jacaretixa". Mas a felicidade de Filomeno dura pouco, pois no caminho encontra totó e Teteco, que querem fazer picadinho daquela "linguiça falante". Apavorado, Filomeno corre ao Dr. Sapão e pede sua antiga forma de volta. Esta pequena história, simples e divertida, traz os ingredientes básicos para agradar às crianças: personagens do mundo dos animais, situações engraçadas, dinamismo e linguagem descomplicada. Traz também uma reflexão: querer ser o que não somos pode ser um grande engano. (O autor).


Veja o vídeo realizado em 2008 pelos alunos de PSL (Português Segunda Língua) da Escola Americana do Recife. O vídeo é baseado no livro A lagartixa que virou jacaré, escrito por Izomar C. Guilherme.

 

sábado, 12 de janeiro de 2013

A VERDADEIRA HISTÓRIA DOS TRÊS PORQUINHOS




Mais uma história para ler nos slides (Clicando na figura acima )
 ou ver e ouvir pelo Youtube...




MARCELO, MARMELO, MARTELO


Veja o Slide do livro clicando na figura acima
ou ouça história no vídeo abaixo.
Boa diversão!
 



A COLCHA DE RETALHOS



 
Nos finais de semana Felipe vai para a casa da vovó. É uma delícia!
Vovó sabe fazer bolo de chocolate, brigadeiro, bala de coco, pão de queijo... enfim, sabe fazer tudo que Felipe gosta. E lá não tem esse negócio de “hora de comer isso, hora de comer aquilo...hora de brincar, hora de dormir...”
Vovó sabe contar histórias como ninguém.
- Conta mais uma, vovó. Só mais uma!
Vovó coloca os óculos bem na ponta do nariz, faz uma cara engraçada e fala bem fininho e fraquinho, imitando a voz da Chapeuzinho Vermelho, e bem grosso e forte, imitando a voz do lobo mau. Ah! Quem é que não gosta de uma vovozinha assim?
Um dia, quando Felipe chegou à casa da vovó, encontrou uma porção de pedaços de tecidos espalhados pelo chão, perto da máquina de costura onde ela estava trabalhando.
- O que é isso, vovó?
- São retalhos, Felipe. Fui juntando os pedaços de pano que sobravam das minhas costuras e, agora, já dá para fazer uma colcha de retalhos. Vou começar a emendá-los hoje mesmo.
- Posso ajudar, vovó?
- Está bem. Então vá separando os retalhos para mim. Primeiro só os de bolinha, depois os de listrinhas...
Felipe esparramou tudo pelo chão e foi separando-os um a um. Tinha pano de florzinha, de lua e estrela, de bolinha grande e bolinha pequena, listrado, xadrez...
- Olha esse pano listrado, é daquele pijama que você fez para mim quando a gente passou aqueles dias no sítio, lembra?
- É mesmo Felipe, estou me lembrando. Que férias gostosas! Andamos a cavalo, chupamos jabuticaba... As jabuticabeiras estavam carregadinhas!
- E olhe esse pano xadrez, que bonito vovó!
- É daquela camisa que eu fiz para você dar ao seu pai, no dia do aniversário dele. Sua mãe fez um jantar gostoso e convidou todo mundo.
- Ah! Eu me lembro! Veio o tio Paulo, o tio João, a tia Josefina, veio a Cecília e até o Rex, para brincar com o meu cachorro, Apolo. Parece que um deles fez xixi na cozinha e o outro fez cocô no quintal, né?
- Seu pai ficou tão bonito! E assoprou as velinhas, todo vaidoso, de camisa nova.
- É mesmo! Mas ficou bravo com os cachorros.
- Olha, Felipe esse retalho aqui. Não é daquele vestido que eu fiz para a sua mãe ir a uma festa  de casamento? Sabe, quando a sua mãe era pequena eu fazia uma porção de vestidos para ela. E gostava também de bordá-los. Uma vez fiz um vestido cor-de-rosa, inteirinho bordado com a branca de neve e os sete anões. Quando o vestido ficou pronto, ela falou assim:
- Ué, mamãe, está faltando a bruxa!
- Vovó, esse pano azul-marinho está com a cara da Vó Maria.
- Era dela mesmo!
- Vovó Maria mora lá no céu, né? Junto com o vovô Luiz e o meu cachorrinho Apolo... Ué, vovó, você está chorando? O que aconteceu?
- Não, - disse a vovó fungando e limpando o nariz com o lenço – não estou chorando, não.
- Ah! Vovó! Vice não disse que nós somos amigos? Então, me conta o que está acontecendo. Você está triste?
- É saudade, Felipe! É a saudade...
- Saudade dói, vovó?
- às vezes dói. Quando a saudade é de alguém que já foi embora para nunca mais voltar...
- Ah!
- Mas existem outras saudades: de um passeio gostoso, de uma viagem, de uma festa, de um amigo, de uma amiga, de um parente que mora longe...
-Vovó, acho que eu ainda não entendo nada de saudade.
- Eu sei. A gente só entende bem das coisas que já experimentou. Talvez ainda seja muito cedo para você entender dessas coisas...Felipe, me ajuda aqui. Vamos ver como é que está ficando a nossa colcha de retalhos!
- Que bonita, vovó! Um dia você faz uma para mim também?
Depois de algum tempo, Felipe nem se lembrava mais da colcha de retalhos. Um dia, ao voltar da escola...
- Felipe! A vovó mandou uma surpresa para você!
- Uma surpresa para mim? Onde?
- Está lá em cima da sua cama.
Felipe entrou no quarto correndo. A colcha estava sobre a sua cama. Que linda! Mas não era uma colcha como essas que se vende, nas lojas. Cada retalhinho tinha uma história.
Ali, deitado sobre a colcha, Felipe passou algum tempo lembrando-se de uma porção de histórias. Observou um retalho de brim azul...
- Foi quando o papai e a mamãe viajaram de férias e eu fiquei lá na casa da vovó. Um dia, fui subir na jabuticabeira e levei o maior tombo. Ralei o joelho, fiquei com o bumbum dolorido e o short rasgado... que vergonha! Vovó veio correndo lá de dentro. Me pegou no colo com carinho e, depois, nesse mesmo dia, resolveu fazer um short novo para mim. E fez um short deste pano aqui, de brim azul.
De repente, Felipe começou a sentir uma coisa estranha dentro do peito. E aquilo foi aumentando, aumentando... Felipe foi atrás de sua mãe :
- Me leva na casa da vovó?
Não demorou nada e os dois estavam chegando lá na casa da vovó. Tocaram a campainha e ela veio lá de dentro.
- Parece que eu estava adivinhando que você vinha. Fiz um bolo de chocolate, do jeito que você gosta!
- Vovó, vem aqui pertinho. Agora me dá um abraço bem gostoso!
- Aconteceu alguma coisa, Felipe?
- Sabe, vovó... – cochichou Felipe, bem baixinho, no seu ouvido – preciso te contar um segredo: eu acho que já entendi... agora já sei o que é saudade!





 
Click na figura para ver no Picasa: 

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