terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Oficina de Contação de História

Hoje ministramos uma oficina de contação de histórias na  Nave Mãe João Calmon no Parque Vista Alegre em Campinas. O grupo estava super animado e as meninas estão de parabéns pelo trabalho que já fazem e , pela participação de todas nas  atividades propostas.
Falamos da contação em breve relato, a importância de contar histórias, a adequação das histórias às faixas etárias, o zelo do livro e a fidelidade das histórias entre outros assuntos que foram abordados. Muitas histórias foram contadas inclusive pelas participantes (fotos abaixo). Teve exposição de materiais, músicas, gesticulações e muita alegria.


O Primeiro grupo apresentou a história dos Três Porquinhos, deram um show de criatividade, fazendo as casas usando o material humano.  Fantoches,  mini-palco,  narrador, também foram utilizados.
 

 

O Segundo grupo apresentou uma história, criada na hora,  que falava de uma bruxinha que se negava a ajudar uma menina perdida na mata; a bruxinha foi reprendida  pelo Saci que achou que ela deveria ajudar a menina, no final eles encontram a menina e tudo vira um grande lanche... ...que criatividade. Trabalharam direitinho valores que praticamente estão sendo esquecidos. Usaram fantoches de caixa de leite material confeccionado por uma delas em outro momento, e outros materiais disponíveis.

 



O terceiro grupo utilizou de recursos de áudio para representar o clássico "A Linda Rosa Juvenil", e a criatividade maior ficou nos acessórios que foram feitos de improviso, O Rei ficou hilário... e a bruxa em sua vassoura moderna de piaçava também.

 
 

O Quarto grupo também optou por criar uma história que se não me engano chamava Coragem, um pintainho e seus amigos foram para uma lagoa tomar banho mas chegando lá o pintainho ficou com medo de entrar na água, os amigos ajudaram com palavras de incentivo e no final ele acaba tendo coragem e se entregando ao prazer da brincadeira. Terminaram a história cantando e conclamando todos a cantar e coreografar o Pintinho Amarelinho, também foi um show.


Obs.: Como a história era curtinha pois se destinava  ao publico na faixa etária de um ano e meio a dois, nossa fotografa oficial só conseguiu tirar duas fotos da apresentação, o que não desmerece o trabalho do grupo.




Chapeuzinho vermelho - histórias para ouvir

Avental para contar este Clássico da literatura Infantil.



Tapete versátil e Dom Sapão (O sapo que não lava o pé)


Este tapete eu fiz para contar diversas histórias onde a locação das mesmas seja em uma floresta, que tenha ou não um lago e,  que tenha ou não um Sapo... ...uso a minha imaginação para poder encantar na hora da contação...

Este é o Dom Sapão que na minha versão, não lava o pé na lagoa porque tem frieira e tem consciência de que pode contaminar a água.
OBS.: O molde do Dom Sapão também achei na internet.

Medo do Escuro

Esta é a foto do tapete que eu fiz para contar a história Medo do Escuro que também já foi postada anteriormente no blog.

MARIA VAI COM AS OUTRAS


Peguei o Molde na internet e confeccionei estas ovelhinhas para contar a história da Maria vai com as outras que já foi postado no blog anteriormente. Embora o trabalho ser de um amador (EU), achei que ficaram interessantes.
A Maria, logo da pra ver quem é...

OBS.: Atrás de cada ovelhinha tem um ganchinho que permite passar um palito de madeira para segurá-las  juntas na hora da contação.

METAMORFOSE

Depois de quase um ano que ele foi confeccionado resolvi postar as fotos do livro que eu in titulei de Metamorfose, confeccionado no curso da Cristina Lazaretti em 2010. Espero que gostem!

Capa do Livro.


O Ovo e a Lagarta e o Alimento...

A Lagarta depois de muito comer e o casulo (pupa)...


A borboletinha que nasce do Casulo...
O Jardim onde ela botará novos ovos.

Porque na "Na natureza
as histórias são assim
voltam pro começo
quando chegam no fim"
Trecho da Música

Metamorfose Das Borboletas

Hélio Ziskind

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A Cesta de Dona Maricota

Clique na figura.

Esta é uma boa sugestão de livro para contar e encantar, aproveitem!

Veja mais em: A Caixa Mágica

domingo, 16 de janeiro de 2011

POR QUE CONTAR HISTÓRIAS


Contar histórias é mais importante que tudo.
Elas não podem e não devem servir só para ensinar.
As histórias deveriam ser contadas para encantar apenas.
E neste "apenas" cabe todo o mundo dentro!

Rita Nasser 


Veja mais em: Era Uma Vez

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

domingo, 19 de dezembro de 2010

Dicas para tornar-se um grande contador de histórias:


  1. Escolha as histórias que você gosta ou gostava de ouvir. É preciso gostar do que se lê, para contagiar o ouvinte.
  2. Encontre um lugar inusitado. Um sofá, a sombra de uma árvore, um pequeno tapete, os primeiros degraus de uma escada.
  3. Dê vida aos personagens. Capriche no ritmo, na entonação e use todo seu corpo para dar vida ao enredo.
  4. Aposte na memória das crianças. Experimente, aos poucos, ir dividindo com elas a narrativa e as falas da história.
  5. Lembre-se de que a experiência com a escuta deve começar e terminar com a própria narrativa. Não busque explicações, justificativas, pretextos. A história precisa se bastar: a experiência se conclui com o desfecho do enredo.
  6. Fisgue pelo olhar. Convide a criança par mergulhar na aventura, se surpreender e tentar adivinhar o que está por vir.
  7. Tenha em mente que a leitura de um texto não se esgota em uma primeira leitura. Cada vez que você lê a história, a criança descobre mais detalhes, novas possibilidades e outros entendimentos.
    Gabriela Kopinits -  A Cigana -  Caruaru, PE, Brasil
     
Fonte: Fundação Itaú Social - Projeto Ler Faz Crescer
Retirado do Blog: O Contador de Histórias

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

TWITTER

Oi Pessoal, o DocontoaoEncanto também está no Twitter é só seguir....

                           By_Joshua

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

CONTANDO E ENCANTANDO - Um olhar sobre as atitudes




Essas fotos são da apresentação feita no COC no dia 19/10/2010. Estavam lá duas turmas de Pedagogia e uma turma do EJA  (Educação para Jovens e Adultos)

CONTANDO E ENCANTANDO - Um olhar sobre as atitudes





No dia 16/09/2010 eu fiz uma apresentação na Nave-Mãe Anísio Teixeira (Jardim Fernanda-CPS/SP) para  aproximadamente 40 profissionais da área da educação, foi muito interessante, e como era de se esperar a "Ju" fez muito sucesso.
Obs.: a ultima foto é referente ao material para contar a história "Primavera da Lagarta" (Ruth Rocha).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O GRANDE RABANETE

 
Oi pessoal, tudo bem??? Ando um pouco atarefado daí o motivo da demora das atualizações no blog. Hoje sobrou um tempinho e eu trouxe uma sugestão de leitura legal para se trabalhar, basta clicar na figura e se divertir.


Veja mais em: A CAIXA MÁGICA

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Conselhos valiosos para quem pretende ser um contador de histórias.

- Aprenda a ouvir histórias, em primeiro lugar.
- Prepare-se estudando, pesquisando, ensaiando.
- Procure conhecer melhor as crianças, como funciona sua imaginação.
- Não tenha a pretensão de ensinar ou formar a criança. Apenas conte uma história.
- Pesquise e monte seu repertório. Com o tempo suas histórias ficarão mais fáceis de contar. E ganharão vida, porque você estará acreditando nelas.
- Todos os recursos são válidos para chamar a atenção: cantar, dançar, usar sotaque.
- É sempre bom usar objetos que estimulem a imaginação: um lenço enrolado num cabo de guarda-chuva pode ser uma linda rainha vestindo sua capa.
- Procure desenvolver sua sensibilidade. Se você
acreditar que o lenço é a capa da rainha, a criança vai gostar mais do seu jeito de contar.
- Porém, procure sempre conhecer o universo das crianças para as quais você vai contar a história. O sucesso ou fracasso dos recursos que você vai usar depende disso. O lenço enrolado no cabo de guarda-chuva pode não significar nada para elas.
- Descubra a pontuação da história: os momentos de respirar, de se surpreender. Assim, a história ficará viva em você. E você se surpreenderá naquele momento, junto com quem está ouvindo, mesmo que tenha contado a mesma história mais de 100 vezes.
- Antes de começar a história, organize um espaço sem muitos objetos, elementos e movimentos que desviem a atenção de quem está ouvindo.
- No caso específico de hospitais, procure integrar à sua história os elementos que não podem ser eliminados (medicamentos, enfermeiros, camas).
- Faça reuniões com os demais contadores. Contem histórias uns para os outros.
- Acredite no que está fazendo. 


In: www.vivaedeixeviver.org.br

Veja mais em: Contação de Histórias

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

CONTANDO E ENCANTANDO - Um olhar sobre as atitudes.

No dia 13 de agosto eu fiz duas apresentações contando histórias e fazendo um paralelo entre elas e o nosso cotidiano escolar. Pela manhã eu falei na CEMEI que eu trabalho, foi um espaço dentro da formação continuada, a noite eu falei para os alunos do último ano de Pedagogia da UNICOC-EAD.


"Devo isso a minha Professora e Amiga
Cristina Lazarretti "
(cris_casadoconto@yahoo.com.br)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Quer construir uma "JU"

Todos estão se encantando com a Ju (Jurema), meu pássaro mascote (marionete) e ficam pedindo para eu fazer uma outra ou ensinar como eu a fiz. Quem quiser tentar fazer uma igual, faça como eu, aprenda a fazer a base como no vídeo que esta no site "ultimoClick" e depois use a imaginação para dar mais vida e beleza para a sua criação...
Mãos a obra...              clique na figura

Veja mais em... "ultimoClick"

sábado, 17 de julho de 2010

MARIA VAI COM AS OUTRAS

Era uma vez uma ovelha chamada Maria. Aonde as outras ovelhas iam, Maria ia também. As ovelhas iam para baixo. Maria ia também. As ovelhas iam para cima. Maria ia também.
Maria ia sempre com as outras.
Um dia, todas as ovelhas foram para o Pólo Sul. Maria foi também. Ai! Que lugar frio! As ovelhas pegaram uma gripe!!! Maria pegou uma gripe também. Atchim!
Depois, todas as ovelhas foram para o deserto. Maria foi também. Ai que lugar quente! As ovelhas desmaiaram. Maria também. Uf!Puf!
Um dia todas as ovelhas resolveram comer salada de jiló. Maria comia também. Que horror! Foi, quando, de repente, Maria pensou: “Se eu não gosto de jiló, por que é que eu tenho de comê-lo?”.
Maria pensou, suspirou, mas continuou fazendo o que as outras faziam.
Até que as ovelhas resolveram pular do alto da montanha para dentro da lagoa. Todas as ovelhas pularam.
Pulava uma ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra, quebrava o pé e chorava: mé!
E assim, quarenta e duas ovelhas pularam, quebraram o pé e choraram: mé! mé!
Chegou a vez de Maria pular. Ela deu uma requebrada, entrou num restaurante e comeu uma feijoada.
Agora, mé, Maria vai para onde caminha o seu pé.

( Livre Adaptação de Maria-vai-com-as-outras de Sylvia Orthof)

Veja mais em: Contos de todo mundo 


 
Para Baixar o Livro em forma de Slide clique no link abaixo, cadastre no site, caso não seja cadastrado,o cadastro é gratuito e fácil, depois aproveite para ver as várias outras opções de livros que estão em forma de slide para serem lidos ou baixados.

O BICHO FOLHARAL

A onça estava cansada de ser enganada pela raposa, e mais irritada ainda por não conseguir pegá-la para poder fazer um bom guisado.
Um dia teve uma ideia: deitou-se na sua toca e fingiu-se de morta.
Quando os bichos da floresta souberam da novidade, ficaram tão felizes, mas tão felizes que correram na toca da onça para ver se a sua morte era mesmo verdade.
Afinal de contas, a onça era uma bicho danado!
Vivia dando sustos nos outros animais!
Por isso estavam todos muitos felizes com a noticia de sua morte.
A raposa porém, ficou desconfiada e como não é boba nem nada,ficou de longe, apreciando a cena.
Atrás de todos os animais, ela gritou:
_ Minha avó quando morreu, espirrou três vezes. Quem tá morto de verdade, tem que espirrar.
A onça ouviu aquilo e para demonstrar para todos que estava mesmo mortinha da silva, espirrou três vezes.
- É mentira gente! Ela tá viva!- Gritou a raposa
Os bichos correram assustados, enquanto a onça levantava furiosa.
A raposa fugiu rindo da cara da sua adversária.
Mas a onça não desistiu de apanhar a raposa e pensou num plano.
Havia uma grande seca na floresta, e os bichos para beber água tinham que ir num lago perto da sua toca.
Então ela resolveu ficar ali.
Deitada.
Quieta.
Esperando...
Espreitando a raposa dia e noite, sem parar.
Um dia, irritada e com muita sede, a raposa resolveu dar basta naquela situação.
E também elaborou um plano.
Lambuzou-se de mel e espalhou um monte de folha seca por seu corpo cobrindo-o todo.
Chegando ao lago encontrou a onça.
Sua adversária, olhou-a bem e perguntou:
_ Que bicho é você que eu não conheço?
Cheia de astúcia, a raposa respondeu:
_ Sou o bicho folharal-
_ Então, pode beber água.
Vendo que a raposa bebia água como se tivesse muita sede, a onça perguntou desconfiada;
_ Está com muita sede hein!
Nisso, a água amoleceu o mel e as folhas foram caindo do corpo da raposa.
Quando a última folha caiu, a onça descobrindo que foi enganada,pulou sobre ela.
Mas nisso, a esperta raposa já tinha fugido rindo às gargalhadas.

Conto africano


Veja mais emContos de Encantar


segunda-feira, 5 de julho de 2010

MEDO DO ESCURO

Era uma vez uma estrela que tinha medo do escuro.
- Imagine! - dizia a mãe, uma estrela grande e brilhante. - Isso é possível!?!
- Imagine! - exclamava o pai, um estrelão dos mais respeitados.
- Imagine! - repetia o sol, o chefe de todas as estrelas.
Mas o caso é que aquela estrela tinha medo do escuro.
Ela ficava o tempo todo dentro das nuvens, com a luz acesa vendo televisão.
Quando o sol ia dormir, ele apagava a luz e abria a porta da noite, por onde as estrelas deviam entrar.
- Vamos - dizia a mãe da estrelinha.
- Vamos- repetiam as outras estrelas.
- Vamos! - ordenava o estrelão, com sua voz grossa.
Mas ela não ia.
Ficava de luz acesa, às vezes chupando o dedo, com muito medo do escuro.
Então, chamaram a lua.
A lua era assim  muito jeitosa para falar com as estrelinhas.
Sabia contar histórias.
Sabia falar macio, numa voz que parecia música.
E ela foi falar com a estrela que tinha medo do escuro.
- Vamos? - chamou.
E chamou de um jeito doce.
A estrelinha olhou pra lua.
Mas não se mexeu.
- Olha - disse a lua. Você é uma estrela. E as estrelas devem brilhar.
- Mas eu tenho medo do escuro! - disse a estrelinha.
- Mas é o escuro que foge de você. - disse a lua.
- Como assim? - perguntou a estrelinha.
- Quer ver? - disse a lua.
E tomou a estrelinha pela mão e saiu do meio das nuvens e entrou pela porta da noite.
A estrelinha ia andando e, como não podia deixar de brilhar, o escuro ia ficando cada vez mais longe.
Quanto mais ela andava, para mais longe o escuro ia.
- Eu não disse? - falou a lua. - O escuro foge de você.
A estrelinha sorriu.
E não teve mais medo.

(Medo do Escuro, de Antônio Carlos Pacheco. Série Pique. Ática. Adaptado para fins didáticos.)

Abaixo segue a foto de um tapete confeccionado pela contadora de história Cristina Lazaretti, utilizado para contação da história acima.

Veja mais em: Projeto da Dani
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