segunda-feira, 4 de julho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Os Três Porquinhos
Era uma vez na época em que os animais falavam, três porquinhos que viviam felizes e despreocupados na casa da mãe.
A mãe era ótima, cozinhava, passava e fazia tudo pelos filhos. Porém, dois dos filhos não a ajudavam em nada e o terceiro sofria em ver sua mãe trabalhando sem parar.
Certo dia, a mãe chamou os porquinhos e disse:
__Queridos filhos, vocês já estão bem crescidos. Já é hora de terem mais responsabilidades para isso, é bom morarem sozinhos.
A mãe então preparou um lanche reforçado para seus filhos e dividiu entre os três suas economias para que pudessem comprar material e construírem uma casa.
Estava um bonito dia, ensolarado e brilhante. A mãe porca despediu-se dos seus filhos:
__Cuidem-se! Sejam sempre unidos! - desejou a mãe.
Os três porquinhos, então, partiram pela floresta em busca de um bom lugar para construírem a casa. Porém, no caminho começaram a discordar com relação ao material que usariam para construir o novo lar.
Cada porquinho queria usar um material diferente.
O primeiro porquinho, um dos preguiçosos foi logo dizendo:
__ Não quero ter muito trabalho! Dá para construir uma boa casa com um monte de palha e ainda sobra dinheiro para comprar outras coisas.
O porquinho mais sábio advertiu:
__ Uma casa de palha não é nada segura.
O outro porquinho preguiçoso, o irmão do meio, também deu seu palpite:
__ Prefiro uma casa de madeira, é mais resistente e muito prática. Quero ter muito tempo para descansar e brincar.
__ Uma casa toda de madeira também não é segura - comentou o mais velho- Como você vai se proteger do frio? E se um lobo aparecer, como vai se proteger?
__ Eu nunca vi um lobo por essas bandas e, se fizer frio, acendo uma fogueira para me aquecer! - respondeu o irmão do meio- E você, o que pretende fazer, vai brincar conosco depois da construção da casa?__Já que cada um vai fazer uma casa, eu farei uma casa de tijolos, que é resistente. Só quando acabar é que poderei brincar. – Respondeu o mais velho.
Certo dia, a mãe chamou os porquinhos e disse:
__Queridos filhos, vocês já estão bem crescidos. Já é hora de terem mais responsabilidades para isso, é bom morarem sozinhos.
A mãe então preparou um lanche reforçado para seus filhos e dividiu entre os três suas economias para que pudessem comprar material e construírem uma casa.
Estava um bonito dia, ensolarado e brilhante. A mãe porca despediu-se dos seus filhos:
__Cuidem-se! Sejam sempre unidos! - desejou a mãe.
Os três porquinhos, então, partiram pela floresta em busca de um bom lugar para construírem a casa. Porém, no caminho começaram a discordar com relação ao material que usariam para construir o novo lar.
Cada porquinho queria usar um material diferente.
O primeiro porquinho, um dos preguiçosos foi logo dizendo:
__ Não quero ter muito trabalho! Dá para construir uma boa casa com um monte de palha e ainda sobra dinheiro para comprar outras coisas.
O porquinho mais sábio advertiu:
__ Uma casa de palha não é nada segura.
O outro porquinho preguiçoso, o irmão do meio, também deu seu palpite:
__ Prefiro uma casa de madeira, é mais resistente e muito prática. Quero ter muito tempo para descansar e brincar.
__ Uma casa toda de madeira também não é segura - comentou o mais velho- Como você vai se proteger do frio? E se um lobo aparecer, como vai se proteger?
__ Eu nunca vi um lobo por essas bandas e, se fizer frio, acendo uma fogueira para me aquecer! - respondeu o irmão do meio- E você, o que pretende fazer, vai brincar conosco depois da construção da casa?__Já que cada um vai fazer uma casa, eu farei uma casa de tijolos, que é resistente. Só quando acabar é que poderei brincar. – Respondeu o mais velho.
O porquinho mais velho, o trabalhador, pensava na segurança e no conforto do novo lar.
Os irmãos mais novos preocupavam-se em não gastar tempo trabalhando.
__Não vamos enfrentar nenhum perigo para ter a necessidade de construir uma casa resistente. - Disse um dos preguiçosos.
Cada porquinho escolheu um canto da floresta para construir as respectivas casas. Contudo, as casas seriam próximas.
O Porquinho da casa de palha, comprou a palha e em poucos minutos construiu sua morada. Já estava descansando quando o irmão do meio, que havia construído a casa de madeira chegou chamando-o para ir ver a sua casa.
Ainda era manhã quando os dois porquinhos se dirigiram para a casa do porquinho mais velho, que construía com tijolos sua morada.
__Nossa! Você ainda não acabou! Não está nem na metade! Nós agora vamos almoçar e depois brincar. – disse irônico, o porquinho do meio.
O porquinho mais velho porém não ligou para os comentários, nem par a as risadinhas, continuou a trabalhar, preparava o cimento e montava as paredes de tijolos. Após três dias de trabalho intenso, a casa de tijolos estava pronta, e era linda!
Os dias foram passando, até que um lobo percebeu que havia porquinhos morando naquela parte da floresta. O Lobo sentiu sua barriga roncar de fome, só pensava em comer os porquinhos.
Foi então bater na porta do porquinho mais novo, o da casa de palha. O porquinho antes de abrir a porta olhou pela janela e avistando o lobo começou a tremer de medo.
O Lobo bateu mais uma vez, o porquinho então, resolveu tentar intimidar o lobo:
__ Vá embora! Só abrirei a porta para o meu pai, o grande leão!- mentiu o porquinho cheio de medo.
__ Leão é? Não sabia que leão era pai de porquinho. Abra já essa porta. – Disse o lobo com um grito assustador.
O porquinho continuou quieto, tremendo de medo.
__Se você não abrir por bem, abrirei à força. Eu ou soprar, vou soprar muito forte e sua casa irá voar.
O porquinho ficou desesperado, mas continuou resistindo. Até que o lobo soprou um a vez e nada aconteceu, soprou novamente e da palha da casinha nada restou, a casa voou pelos ares. O porquinho desesperado correu em direção à casinha de madeira do seu irmão.
O lobo correu atrás.
Chagando lá, o irmão do meio estava sentado na varanda da casinha.
__Corre, corre entra dentro da casa! O lobo vem vindo! – gritou desesperado, correndo o porquinho mais novo.
Os dois porquinhos entraram bem a tempo na casa, o lobo chegou logo atrás batendo com força na porta.
Os porquinhos tremiam de medo. O lobo então bateu na porta dizendo:
__Porquinhos, deixem eu entrar só um pouquinho! __ De forma alguma Seu Lobo, vá embora e nos deixe em paz.- disseram os porquinhos.
__ Então eu vou soprar e soprar e farei a casinha voar. O lobo então furioso e esfomeado, encheu o peito de ar e soprou forte a casinha de madeira que não agüentou e caiu.
Os porquinhos aproveitaram a falta de fôlego do lobo e correram para a casinha do irmão mais velho.
Chegando lá pediram ajuda ao mesmo.
__Entrem, deixem esse lobo comigo!- disse confiante o porquinho mais velho.
Logo o lobo chegou e tornou a atormentá-los:
__ Porquinhos, porquinhos, deixem-me entrar, é só um pouquinho!
__Pode esperar sentado seu lobo mentiroso.- respondeu o porquinho mais velho.
__ Já que é assim, preparem-se para correr. Essa casa em poucos minutos irá voar! O lobo encheu seus pulmões de ar e soprou a casinha de tijolos que nada sofreu.
Soprou novamente mais forte e nada.
Resolveu então se jogar contra a casa na tentativa de derrubá-la. Mas nada abalava a sólida casa.
O lobo resolveu então voltar para a sua toca e descansar até o dia seguinte.
Os porquinhos assistiram a tudo pela janela do andar superior da casa. Os dois mais novos comemoraram quando perceberam que o lobo foi embora.
__ Calma , não comemorem ainda! Esse lobo é muito esperto, ele não desistirá antes de aprende ruma lição.- Advertiu o porquinho mais velho.
No dia seguinte bem cedo o lobo estava de volta à casa de tijolos. Disfarçado de vendedor de frutas.
__ Quem quer comprar frutas fresquinhas?- gritava o lobo se aproximando da casa de tijolos.
Os dois porquinhos mais novos ficaram com muita vontade de comer maçãs e iam abrir a porta quando o irmão mais velho entrou na frente deles e disse: -__ Nunca passou ninguém vendendo nada por aqui antes, não é suspeito que na manhã seguinte do aparecimento do lobo, surja um vendedor?
Os irmãos acreditaram que era realmente um vendedor, mas resolveram esperar mais um pouco.
O lobo disfarçado bateu novamente na porta e perguntou:
__ Frutas fresquinhas, quem vai querer?
Os porquinhos responderam:
__ Não, obrigado.
O lobo insistiu:
Tome peguem três sem pagar nada, é um presente.
__ Muito obrigado, mas não queremos, temos muitas frutas aqui.
O lobo furioso se revelou:
__ Abram logo, poupo um de vocês!
Os porquinhos nada responderam e ficaram aliviados por não terem caído na mentira do falso vendedor.
De repente ouviram um barulho no teto. O lobo havia encostado uma escada e estava subindo no telhado.
Imediatamente o porquinho mais velho aumentou o fogo da lareira, na qual cozinhavam uma sopa de legumes.
O lobo se jogou dentro da chaminé, na intenção de surpreender os porquinho entrando pela lareira. Foi quando ele caiu bem dentro do caldeirão de sopa fervendo.
___AUUUUUUU!- Uivou o lobo de dor, saiu correndo em disparada em direção à porta e nunca mais foi visto por aquelas terras.
Os três porquinhos, pois, decidiram morar juntos daquele dia em diante. Os mais novos concordaram que precisavam trabalhar além de descansar e brincar.
Pouco tempo depois, a mãe dos porquinhos não agüentando as saudades, foi morar com os filhos.
Todos viveram felizes e em harmonia na linda casinha de tijolos.
Os irmãos mais novos preocupavam-se em não gastar tempo trabalhando.
__Não vamos enfrentar nenhum perigo para ter a necessidade de construir uma casa resistente. - Disse um dos preguiçosos.
Cada porquinho escolheu um canto da floresta para construir as respectivas casas. Contudo, as casas seriam próximas.
O Porquinho da casa de palha, comprou a palha e em poucos minutos construiu sua morada. Já estava descansando quando o irmão do meio, que havia construído a casa de madeira chegou chamando-o para ir ver a sua casa.
Ainda era manhã quando os dois porquinhos se dirigiram para a casa do porquinho mais velho, que construía com tijolos sua morada.
__Nossa! Você ainda não acabou! Não está nem na metade! Nós agora vamos almoçar e depois brincar. – disse irônico, o porquinho do meio.
O porquinho mais velho porém não ligou para os comentários, nem par a as risadinhas, continuou a trabalhar, preparava o cimento e montava as paredes de tijolos. Após três dias de trabalho intenso, a casa de tijolos estava pronta, e era linda!
Os dias foram passando, até que um lobo percebeu que havia porquinhos morando naquela parte da floresta. O Lobo sentiu sua barriga roncar de fome, só pensava em comer os porquinhos.
Foi então bater na porta do porquinho mais novo, o da casa de palha. O porquinho antes de abrir a porta olhou pela janela e avistando o lobo começou a tremer de medo.
O Lobo bateu mais uma vez, o porquinho então, resolveu tentar intimidar o lobo:
__ Vá embora! Só abrirei a porta para o meu pai, o grande leão!- mentiu o porquinho cheio de medo.
__ Leão é? Não sabia que leão era pai de porquinho. Abra já essa porta. – Disse o lobo com um grito assustador.
O porquinho continuou quieto, tremendo de medo.
__Se você não abrir por bem, abrirei à força. Eu ou soprar, vou soprar muito forte e sua casa irá voar.
O porquinho ficou desesperado, mas continuou resistindo. Até que o lobo soprou um a vez e nada aconteceu, soprou novamente e da palha da casinha nada restou, a casa voou pelos ares. O porquinho desesperado correu em direção à casinha de madeira do seu irmão.
O lobo correu atrás.
Chagando lá, o irmão do meio estava sentado na varanda da casinha.
__Corre, corre entra dentro da casa! O lobo vem vindo! – gritou desesperado, correndo o porquinho mais novo.
Os dois porquinhos entraram bem a tempo na casa, o lobo chegou logo atrás batendo com força na porta.
Os porquinhos tremiam de medo. O lobo então bateu na porta dizendo:
__Porquinhos, deixem eu entrar só um pouquinho! __ De forma alguma Seu Lobo, vá embora e nos deixe em paz.- disseram os porquinhos.
__ Então eu vou soprar e soprar e farei a casinha voar. O lobo então furioso e esfomeado, encheu o peito de ar e soprou forte a casinha de madeira que não agüentou e caiu.
Os porquinhos aproveitaram a falta de fôlego do lobo e correram para a casinha do irmão mais velho.
Chegando lá pediram ajuda ao mesmo.
__Entrem, deixem esse lobo comigo!- disse confiante o porquinho mais velho.
Logo o lobo chegou e tornou a atormentá-los:
__ Porquinhos, porquinhos, deixem-me entrar, é só um pouquinho!
__Pode esperar sentado seu lobo mentiroso.- respondeu o porquinho mais velho.
__ Já que é assim, preparem-se para correr. Essa casa em poucos minutos irá voar! O lobo encheu seus pulmões de ar e soprou a casinha de tijolos que nada sofreu.
Soprou novamente mais forte e nada.
Resolveu então se jogar contra a casa na tentativa de derrubá-la. Mas nada abalava a sólida casa.
O lobo resolveu então voltar para a sua toca e descansar até o dia seguinte.
Os porquinhos assistiram a tudo pela janela do andar superior da casa. Os dois mais novos comemoraram quando perceberam que o lobo foi embora.
__ Calma , não comemorem ainda! Esse lobo é muito esperto, ele não desistirá antes de aprende ruma lição.- Advertiu o porquinho mais velho.
No dia seguinte bem cedo o lobo estava de volta à casa de tijolos. Disfarçado de vendedor de frutas.
__ Quem quer comprar frutas fresquinhas?- gritava o lobo se aproximando da casa de tijolos.
Os dois porquinhos mais novos ficaram com muita vontade de comer maçãs e iam abrir a porta quando o irmão mais velho entrou na frente deles e disse: -__ Nunca passou ninguém vendendo nada por aqui antes, não é suspeito que na manhã seguinte do aparecimento do lobo, surja um vendedor?
Os irmãos acreditaram que era realmente um vendedor, mas resolveram esperar mais um pouco.
O lobo disfarçado bateu novamente na porta e perguntou:
__ Frutas fresquinhas, quem vai querer?
Os porquinhos responderam:
__ Não, obrigado.
O lobo insistiu:
Tome peguem três sem pagar nada, é um presente.
__ Muito obrigado, mas não queremos, temos muitas frutas aqui.
O lobo furioso se revelou:
__ Abram logo, poupo um de vocês!
Os porquinhos nada responderam e ficaram aliviados por não terem caído na mentira do falso vendedor.
De repente ouviram um barulho no teto. O lobo havia encostado uma escada e estava subindo no telhado.
Imediatamente o porquinho mais velho aumentou o fogo da lareira, na qual cozinhavam uma sopa de legumes.
O lobo se jogou dentro da chaminé, na intenção de surpreender os porquinho entrando pela lareira. Foi quando ele caiu bem dentro do caldeirão de sopa fervendo.
___AUUUUUUU!- Uivou o lobo de dor, saiu correndo em disparada em direção à porta e nunca mais foi visto por aquelas terras.
Os três porquinhos, pois, decidiram morar juntos daquele dia em diante. Os mais novos concordaram que precisavam trabalhar além de descansar e brincar.
Pouco tempo depois, a mãe dos porquinhos não agüentando as saudades, foi morar com os filhos.
Todos viveram felizes e em harmonia na linda casinha de tijolos.
Do Site: www.qdivertido.com.br
terça-feira, 31 de maio de 2011
OFICINA - GRUPO CRECON (Crescendo em Conjunto)
A coordenadora do grupo deste mês é a Angela (de branco na foto acima) que dirige a escola Turma do Castelo. No evento tivemos a oportunidade de contar algumas histórias, utilizando técnicas diferentes e também falar um pouco da nossa experiência com histórias na educação infantil.
terça-feira, 24 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
SE AS COISAS FOSSEM MÃES
Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas,
o céu seria sua casa. A casa das estrelas belas.
Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos,
o mar seria um jardim e os barcos seus caminhos.
Se a casa fosse mãe, seria mãe das janelas
conversaria com a lua sobre as crianças estrelas,
falaria de receitas, pasteis de vento, quindins,
emprestaria cozinha pra lua fazer pudins!
Se a terra fosse mãe, seria a mãe das sementes,
pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama gente.
Se uma fada fosse mãe, seria a mãe da alegria
toda mãe é um pouco fada... Nossa mãe fada seria
Se uma bruxa fosse mãe,
seria mamãe gozada:
Seria mãe das vassouras, da Família Vassourada!
Se a chaleira fosse mãe, seria a mãe da água fervida,
faria chá e remédio para as doenças da vida.
Se a mesa fosse mãe,
as filhas, sendo cadeiras,
sentariam comportadas,
teriam “boas maneiras”.
Cada mãe é diferente : mãe verdadeira, ou postiça, mãe vovó e mãe titia, Maria, Filó, Francisca, Gertrudes, Malvina, Alice, toda mãe é como eu disse.
Dona Mamãe ralha e beija, erra, acerta, arruma a mesa, cozinha, escreve, trabalha fora, ri esquece, lembra e chora, traz remédio e sobremesa...
Tem até pai que é “tipo mãe”...
esse, então, é uma beleza!
Sylvia Orthof
P.S. Quero agradecer a minha amiga Paula Negrão, Contadora de História, por ter selecionado e me enviado esta poesia.
sábado, 30 de abril de 2011
2ª SEMANA DA EDUCAÇÃO - CAMPINAS/SP
Dando continuidade aos eventos programados para a 2ª Semama da Educação no CEMEI onde eu trabalho, tivemos mais um momento de "contação de histórias" no ultimo dia 29. As crianças se divertiram bastante, ganharam um exemplar do livro de onde foi retirada a principal história que foi contada (A Semente da Verdade - Patrícia Engel Secco), doados pela Fundação EDUCAR DPaschoal.
Percebemos que ficou um gostinho de "quero mais". Esperamos repetir a dose no evento "ESCOLA ABERTA" onde pretendemos fazer momentos de "Contação de Histórias" e distribuição de livros para a comunidade.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Dia Nacional da Educação
Hoje, 28 de Abril, comemoramos o Dia Nacional da Educação, esperamos que esta data nos leve a uma reflexão mais profunda sobre a educação no sentido Global e o nosso papel, como educadores, dentro deste processo. Que esta reflexão nos leve à ações pontuais dentro da nossa prática, promovendo uma educação de qualidade que chegue a todos, sem preconceitos, visando apenas a elevação cultural do ser.
Agradecemos a Fundação EDUCAR DPaschoal pela doação dos livros que foram distribuidos.
Agradecemos a Fundação EDUCAR DPaschoal pela doação dos livros que foram distribuidos.domingo, 24 de abril de 2011
A Lenda Pessoal
A próxima quarta-feira será marcado pela despedida do primeiro módulo do projeto "Pontão Livro na Roda", este primeiro módulo chamado de "Lenda Pessoal" pela ministradora do módulo Suzana Montauriol que é contadora de histórias, atriz e cantora, buscou resgatar a história pessoal de cada participante e nortear para a identidade que esta sendo trabalhada por cada um dos alunos contadores de histórias. Os exercícios que foram ministrados nos levaram a uma reflexão profunda sobre a nossa ação atual partindo das nossas vivências passadas. Tudo foi muito intenso e importante, pena que esta acabando, mas sabemos que grandes "feras" virão ai para ministrar módulos que focarão a música na contação de histórias, a dramatização entre outros.
| Suzana Montauriol |
Quero agradecer a Suzana e a todos do pontão por esse projeto maravilhoso e, declarar que estou muito feliz por participar desse momento histórico.
Veja reportagem sobre o projeto no Portal da Cultura na RMC clicando no link abaixo:
Veja reportagem sobre o projeto no Portal da Cultura na RMC clicando no link abaixo:
sexta-feira, 22 de abril de 2011
UM ASTRO CHAMADO AMOR
Surgir do nada, do nada surgir,
Encontrar em encontros
E deles não sentir,
A verdadeira natureza,
A que reza a beleza,
Não esta opressa em corações aflitos,
E sim no infinito
Do cosmo avassalador.
Onde mundos de paz
E outros de dor
Traz a verdade não disfarçada
E sim velada
Por experiências mil,
Que produz o crescer
Para que de dentro possa florescer
O resplendor.
Que do fundo do imo
Podemos chamar Amor...
Oh Amor!
Teu doce me transforma,
Tuas atitudes me ‘domestica’,
Teu enlevo me posiciona
No cosmo estelar,
Morada verdadeira e divina
De todos nós.
Autor: José Antonio S. Xavier - 2009
domingo, 17 de abril de 2011
ALÉM DO ENCANTAMENTO
Dentro do projeto Compromisso Campinas pela Educação, ontem pudemos participar da Oficina de Contação de História "Além do Encantamento", patrocinado pela Fundação Educar DPASCHOAL e CCE, visando as atividades da 2ª edição da Semana da Educação de Campinas, o evento ocorreu no prédio do Mackenzie e podemos dizer que foi um sucesso.
Os participantes, que compareceram em massa, puderam participar de quatro oficinas que abordaram teorias e técnicas utilizadas na "contação" de história. Cada oficineiro no seu estilo e técnica, trouxeram contribuições importantes para todos.
| Malu Neves - Contadora de História, Educadora. |
Malu Neves apresentou, com a sua simpatia, a oficina História Sem Fim, contou várias histórias e causos, aplicou dinâmicas, trouxe importantes contribuições. Falou do resgate da história pessoal, da importância das parlendas entre outros assuntos. Foi muito boa a oficina, pena que o tempo de 1:30 horas foi pouco.
| Fábio Martins - Professor, Poeta, Cronista, Especialista em Jogos Cooperativos. |
Com a oficina Leitura em Movimento, o professor de português Fábio Martins, pessoa alegre, comunicativa, trouxe um novo olhar para leitura, demonstrando através de dinâmicas que ler pode ser muito prazeroso e não precisa ser estático. O tempo também foi pouco, mas o pouco foi muito prazeroso e proveitoso.
| GRIOTS - Os Contadores de histórias |
Os GRIOTS trouxeram a oficina Encanto de Contar Histórias e nos emocionou com o trabalho que eles desenvolvem nos hospitais, clinicas, asilos. Contaram histórias, falaram da história do grupo, deu várias dicas e nos fez dançar e cantar. Uma das fundadoras a Nice (Cleonice Nadalin - a quarta da esquerda para a direita) demonstrou toda a força e energia que os GRIOTS passam. Valeu o encontro muito bom.
| Paula Negrão - Contadora de histórias. |
Paula Negrão - Contadora de Histórias - nos brindou, com toda a sua doçura, a oficina Viva e Deixe Viver, através de uma história deliciosa de sua autoria, trouxe dicas valiosíssimas para quem quer ser um bom contador de histórias. Aplicou dinâmicas, nos contou história, falou das suas experiências e só não contribuiu mais por falta de tempo.
terça-feira, 5 de abril de 2011
2 de Abril - Dia Internacional do Livro Infantil
Neste ultimo dia 02 de abril, o mundo comemorou o dia internacional do livro infantil, é importante que tenhamos um dia dedicado a este seguimento literário que foi e ainda continua sendo discriminado por um preconceito infundado de que estes livros não trazem contribuição importante para os que deles se servem. No entanto, sabemos, principalmente aqueles que se interessam pelo desenvolvimento infantil de qualidade, da enormidade dos benefícios que este tipo de literatura pode trazer aos pequenos e, também aos adultos que se prestam a lê-los.
É certo que um ou outro, pela facilidade que hoje temos de publicação e registro, não tenha a qualidade literária desejada, porém, cabe aos pais, educadores e afins, fazer uma seleção e utilizar aqueles que realmente poderão contribuir de alguma maneira para o encantamento que todos os bons livros trazem.
Os que são bons ficam e passam de geração em geração levando encantamento e sonho para todas as idades.
Para comemorar esse dia especial trago aqui o link para um clássico da literatura infantojuvenil brasileira.
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Recados,
Reinações de Narizinho Vol-1
quarta-feira, 9 de março de 2011
MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA
![]() |
| Clique aqui para ver o livro no PICASA da Fatima |
Qual será o segredo desta cor tão linda que a menina tem... Ana Maria Machado com muita simplicidade nos leva a refletir sobre o que é belo, sobre a forma que encaramos a vida, nossos preconceitos. Tudo isso de forma suave, nos divertindo e nos encantando. Esta é mais uma história que merece ser lida e relida, contada e recontada.
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terça-feira, 1 de março de 2011
QUERO SER UM CONTADOR DE HISTÓRIAS
Por: Sueli Bortolin e Silvia Bortolin Borges (co-autora)
Mesmo sem perceber narramos histórias cotidianamente, isto por meio de uma piada, de uma amenidade no dia-a-dia, da descrição de um capítulo da novela, de um "causo", de um desabafo no portão da vizinha, de um relato na terapia, de um jogo de RPG e de uma conversar na Internet.
Apesar da inovação nas formas de se narrar histórias, essa atividade continua tendo na sua essência, a preocupação de trabalhar a afetividade, a emoção e o imaginário do ouvinte.
E a quem cabe o papel de contar histórias? Em que lugar deve-se contar uma história? Quando se deve contar uma história? A resposta é: todos devem contar histórias, em todos os lugares e sempre.
Para ser um contador de histórias, não é necessário ter dom, como muitas pessoas afirmam, mas é necessário sensibilidade e poder de encantamento. Assim, para se contar uma história sugerimos:
· O conhecimento antecipado do texto (escrito ou imagético, impresso ou eletrônico), observando os elementos que o compõe, vivenciando as emoções e familiarizando-se com os personagens;
· A escolha de um texto que dê prazer, para que se possa transmiti-lo com prazer;
· A utilização de "senhas" para iniciar e terminar a história. Alguns exemplos:
NO INÍCIO
"Era uma vez ... "
"Há muito tempo atrás ..."
"No tempo em que os bichos falavam ..."
"No tempo em que a galinha tinha dentes..."
"Numa floresta muito distante ..."
"Era uma vez ... "
"Há muito tempo atrás ..."
"No tempo em que os bichos falavam ..."
"No tempo em que a galinha tinha dentes..."
"Numa floresta muito distante ..."
NO FINAL
Entrou por uma porta
Saiu pela outra
Quem quiser que conte outra
Entrou por uma porta
Saiu pela outra
Mande el rei, meu senhor
Que me conte outra.
Entrou pelo pé de um pinto
Saiu pelo pé de um pato
Mande el rei, meu senhor
Que conte quatro.
Minha história acabou
Um rato passou
Quem o pegar
Poderá sua pele aproveitar.
E assim terminou a história...
Entrou por uma porta
Saiu pela outra
Quem quiser que conte outra
Entrou por uma porta
Saiu pela outra
Mande el rei, meu senhor
Que me conte outra.
Entrou pelo pé de um pinto
Saiu pelo pé de um pato
Mande el rei, meu senhor
Que conte quatro.
Minha história acabou
Um rato passou
Quem o pegar
Poderá sua pele aproveitar.
E assim terminou a história...
ALGUMAS DICAS PARA UM CONTADOR DE HISTÓRIAS
- Haja com naturalidade;
- Opte por ler ou por contar a história, sem mesclar;
- Não esconda as palavras difíceis. Se o ouvinte for criança fale a palavra naturalmente, caso seja um objeto ou personagem fora de contexto, brinque com a palavra antes de iniciar a história. Ex: urinol;
- Evite utilizar a linguagem no diminutivo, "apequenando" o ouvinte; Ex: Criancinhas, eu vou contar uma histórinha deste livrinho, mas antes vamos cantar uma musiquinha;
- A história não deve ser utilizada para dar lição de moral ou para corrigir comportamentos;
- Não apresente apenas histórias "fechadas", pelo contrário utilize-se de histórias com facetas contraditórias. Ex: Branca de neve (branca e bonita) Menina bonita do laço de fita - Ana Maria Machado (negra e bonita);
- Quando possível utilize músicas e cantigas, porque elas seduzem as pessoas em qualquer faixa de idade;
- Apresente diferentes versões de uma história, porém antes de iniciar, informe ao ouvinte, pois em especial as crianças menores, não admitem alterações;
- ENFIM: faça do ato de contar histórias um momento prazeroso.
SUGESTÃO DE LEITURA
COELHO, Betty. Contar histórias uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1986.
COELHO, Betty. Contar histórias uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1986.
Veja mais em: www.ofaj.com.br
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Dando asas à imaginação
Bem contadas, as histórias aguçam a criatividade e aprimoram o poder de concentração das crianças
É difícil resistir a uma boa história, independentemente de quantos anos se tenha. Mas quem a conta precisa dominar a arte de monopolizar as atenções, surpreender, criar suspense e compreender os sentimentos humanos. Levado a outros mundos, o ouvinte aprende a usar a imaginação e melhora sua capacidade de concentração. No caso das crianças, os ganhos são ainda maiores: ouvir histórias é uma troca de afeto. E, claro, garantia de diversão.
Literatura é a história dos sentimentos, diz Gabriel Chalita, ex-secretário de Educação do Estado de São Paulo e autor de 46 livros. Ele está lançando o título infantil O segredo das quatro letras, em que o personagem principal, Bonifácio, é um contador de histórias que desfia seus casos, alguns tristes, outros alegres, mas todos com intenção de sensibilizar. Contar história ajuda na formação de valores. “Com as histórias, você ganha transversalidade no processo educativo, ao explorar as coisas que não vê, mas imagina”, completa o escritor, que é candidato a vereador em São Paulo. Para Chalita, as histórias auxiliam também na dimensão afetiva, ao colocar educandos e educadores num contato muito próximo.
Não à toa, muitas escolas têm incluído as histórias entre as atividades das crianças. No Jardim Escola Mágico de Oz, em São Paulo, elas fazem parte da rotina diária. “Para nós, formar leitores é muito importante e esse recurso nos ajuda”, diz Fanny Schneider, coordenadora pedagógica. A história faz parte do dia-a-dia da criança, por meio de livros, fantoches e ambientações. “É uma atividade que trabalha o imaginário, a criatividade, a curiosidade, a oralidade, as emoções”, completa. Na Mágico de Oz, como em várias outras instituições de ensino, as crianças são habituadas a levar livros para casa e partilhá-los com os pais.
O uso das histórias em cada faixa etária depende, muitas vezes, apenas da abordagem. Se as crianças são pequenas, a função é formar uma visão de mundo e criar um repertório inicial. Mais tarde, elas ajudam na percepção de elementos complexos, como o suspense e o humor. “Quanto mais variedade for oferecida, melhor para elas”, diz a contadora de histórias Cibele de Lucas Faria. Habilidades como a capacidade de concentração também são favorecidas, porque elementos de linguagem como começo, meio e fim exigem atenção. Também é possível combinar as histórias com outros saberes. Junto com um chef de cozinha, Cibele participa de oficinas no Madame Aubergine Atelier Escola de Cozinha, em São Paulo, em que os pequenos misturam a criatividade nas panelas com a criação de personagens e enredos. “Eles podem não gostar de comer abóbora em casa, mas depois de ouvir histórias com elas e cozinhar com as próprias mãos eles adoram”, conta Cibele.
Mas não é preciso estar na escola para se juntar à roda. A Livraria da Vila, em São Paulo, por exemplo, oferece desde 2003 essa experiência. Recentemente, ela também lançou o Brunch de Histórias, em que é possível degustar um café da manhã ouvindo narrativas. Para os adultos, existe o Degustação de Histórias, que une uma seleção temática do repertório de mais de 600 contos de Ilan Brenner com menu típico elaborado pela chef Carole Crema, inspirado em assuntos como a Índia, chocolate, erotismo ou Grécia, por exemplo.
“As histórias requerem elementos de arte e por isso exigem um aprofundamento técnico do contador”, diz a professora da Universidade de São Paulo (USP) e contadora Regina Machado. Pioneira dessa arte no Brasil, Ela conta que houve um renascimento da tradição em diversos países, simultaneamente, a partir dos anos 1970, e que a moda explodiu, entre outros fatores, graças ao momento atual de abertura ao multiculturalismo. “A alma do ser humano está seca. É preciso regá-la, e as histórias são fonte de boa qualidade. No mundo de hoje, é preciso escutar algo que faça sentido, buscar uma situação de encontro”, acredita Regina. Sob esse prisma, ouvir histórias pode ser uma experiência transgressora.
Veja mais em: ISTO É Independente
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Agradecimento
Hoje estive reunido com já consideradas amigas, em uma tarde muito agradável, para falar um pouco da minha experiência em contação de história e mostrar alguns materialis que utilizo, quero agradecer às meninas que foram muito atenciosas e em especial a Cássia que cedeu gentilmente o espaço para que o encontro pudesse se realizar.
Obrigado!!!
Aproveito para deixar o link para os sites com sugestões de histórias com conteúdo moral para serem trabalhados com as crianças carentes.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Oficina de Contação de História
Hoje ministramos uma oficina de contação de histórias na Nave Mãe João Calmon no Parque Vista Alegre em Campinas. O grupo estava super animado e as meninas estão de parabéns pelo trabalho que já fazem e , pela participação de todas nas atividades propostas.
Falamos da contação em breve relato, a importância de contar histórias, a adequação das histórias às faixas etárias, o zelo do livro e a fidelidade das histórias entre outros assuntos que foram abordados. Muitas histórias foram contadas inclusive pelas participantes (fotos abaixo). Teve exposição de materiais, músicas, gesticulações e muita alegria.
O Primeiro grupo apresentou a história dos Três Porquinhos, deram um show de criatividade, fazendo as casas usando o material humano. Fantoches, mini-palco, narrador, também foram utilizados.
O Segundo grupo apresentou uma história, criada na hora, que falava de uma bruxinha que se negava a ajudar uma menina perdida na mata; a bruxinha foi reprendida pelo Saci que achou que ela deveria ajudar a menina, no final eles encontram a menina e tudo vira um grande lanche... ...que criatividade. Trabalharam direitinho valores que praticamente estão sendo esquecidos. Usaram fantoches de caixa de leite material confeccionado por uma delas em outro momento, e outros materiais disponíveis.
O terceiro grupo utilizou de recursos de áudio para representar o clássico "A Linda Rosa Juvenil", e a criatividade maior ficou nos acessórios que foram feitos de improviso, O Rei ficou hilário... e a bruxa em sua vassoura moderna de piaçava também.
O Quarto grupo também optou por criar uma história que se não me engano chamava Coragem, um pintainho e seus amigos foram para uma lagoa tomar banho mas chegando lá o pintainho ficou com medo de entrar na água, os amigos ajudaram com palavras de incentivo e no final ele acaba tendo coragem e se entregando ao prazer da brincadeira. Terminaram a história cantando e conclamando todos a cantar e coreografar o Pintinho Amarelinho, também foi um show.
Obs.: Como a história era curtinha pois se destinava ao publico na faixa etária de um ano e meio a dois, nossa fotografa oficial só conseguiu tirar duas fotos da apresentação, o que não desmerece o trabalho do grupo.
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